Os disquinhos de João de Barro

João de Barro, o Braguinha, emocionou a minha geração ao nos presentear com a Coleção Disquinho, lançada em 1960 e continua alegrando as crianças. Disquinhos de vinil super coloridos, com estorinhas baseadas em contos de fadas, fábulas, cultura popular, cantigas de roda , festas típicas e muita música. A meninada se deixava seduzir, especialmente com o tom colorido dos tais disquinhos: verde, amarelo, roxo, azul, vermelho, rosa... inesquecível! As músicas eram compostas ou adaptadas por ele, e os personagens interpretados nas vozes melodiosas de atores e atrizes da era do rádio e do Teatro Disquinho.

Adoção de coração

Eles sabem ser extremamente convincentes quando acionam seus olhinhos pidões e os utilizam para pedir comida ou carinho na barriguinha. Eles tem personalidades variáveis e entram na nossa vida de maneiras inusitadas e se tornam companheiros fiéis. Ter um animalzinho de estimação exige responsabilidade e muitos cuidados. Dar comida e água apenas, não basta, é preciso muito mais. Uma coisa é indiscutível, eles são fofinhos e falam muito bem uma língua que é universal, o bom e velho amor.

Liliana - Um conto de Leonado Colle

Minha irmã mais nova, Jenny, está um porre ultimamente e isso tem me tirado do sério. Nós éramos muito próximas no passado, brincávamos, conversávamos, saíamos passear, mas fazemos mais nada disso desde que ela resolveu inventar uma amiga imaginária. Agora, Jenny só sabe falar da tal da Liliana. É Liliana para cá, Liliana para lá, Liliana, Liliana... Aaah, me deixa louca!

Desenvolvimento Musical

Já sabemos há tempos que: "quem canta seus males espanta". A música de maneira geral é uma ferramenta excelente de desenvolvimento e tem efeitos emocionais benéficos a todas as pessoas. Quando o assunto são crianças a música vai ainda mais longe, ela atua no desenvolvimento cognitivo e físico da criança, trabalhando o seu entendimento sobre o seu corpo e sobre suas emoções, assim como faz compreender os outros como seus semelhantes e aprender a interagir com eles.

Saber escrever é um privilégio

O Brasil está em posições acima no ranking mundial, quando o assunto são taxas de analfabetismo. Os esforços para manter a população na escola e formar uma nação letrada, precisam ser cada vez mais intensificados. O português é um língua naturalmente difícil de aprender e não só para os estrangeiros, é complicada da alfabetização até o ensino superior. Dessa forma, mesmo que as pessoas tenham ido a escola, nem sempre se identificam com a ortografia, até mesmo pelos vícios de linguagem. Saber escrever é um privilégio.