Febre emocional existe? - Andréia Baldissera


Certamente você já ouviu alguma história dessas:

• A mãe voltou a trabalhar e o bebê começou a apresentar febre!

• O pai viajou: febre!

• Mudança de cidade: febre!

Seria coincidência, muito azar ou isso existe mesmo?

Vocês sabiam que nossas condições emocionais influenciam em todos os processos do nosso corpo?

Essas condições são chamadas de PSICOSSOMÁTICAS, quando uma “dor”, um sofrimento psíquico, causa de fato uma dor ou um sofrimento físico!

Isso não é fingir, isso é o nosso corpo reagindo às emoções! E pode se manifestar de diversas formas!

Uma delas: a dita febre EMOCIONAL!

A temperatura sobe mesmo, difícil de controlar.

E outra coisa que acontece também é: o nosso estado de estresse atrapalhar ou fazer cair a nossa imunidade e ficarmos de fato mais vulneráveis e pegar alguma doença que cause a febre!

E aí agora você pensa: ferrou!

Como diferenciar se é emocional ou se a Imunidade “caiu” e pegou algo?

Mesma coisa que qualquer outra condição: presta atenção no estado geral da criança! Se ela tá bem: tá bem e você pode ir medicando e observando!

E se não melhorar?

Após 48h você vai levar ao médico!

O médico vai avaliar, ver se não tem nada, se ficar na dúvida fazer exames e te dizer se tem ou não algo ou se mantém observando!

O fato é que condições emocionais interferem sim no funcionamento do nosso organismo e que é preciso cuidar tanto da sua física quanto da saúde emocional das crianças (e dos adultos).

 

Andreia Elisa Baldissera

Médica Pediatra - CRM 17714

https://www.instagram.com/pediatriadobem/

andreiabaldissera@gmail.com

 


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