A MAKE deu alergia? Saiba o que fazer

Se tem uma coisa que todo mundo sabe é que a maioria das mulheres não lida muito bem com rugas, flacidez ou marcas de expressão. Estudos indicam que pelo menos seis a cada 10 mulheres estão insatisfeitas com o próprio rosto, um reflexo direto da popularização das selfies nas redes sociais, que ampliam a percepção sobre as imperfeições. Logo, a maioria do público passa a procurar novos produtos capazes de melhorar a aparência e é aí que as alergias aparecem.

Doenças erradicadas ou problemas atuais?

Os programas de vacinação são fundamentais para a prevenção e erradicação de doenças. O sarampo e a poliomielite são duas doenças que voltaram a assombrar famílias do Brasil nos últimos dois anos. O que nos perguntamos é como doenças que já haviam sido erradicadas, voltam a fazer parte da realidade brasileira e se concentram principalmente nas áreas mais pobres do país? Os movimentos antivacina são grandes vilões na hora de combater doenças tão perigosas e que podem gerar sequelas tão graves.

As tecnologias e a saúde visual

A revolução tecnológica tem trazido uma falsa sensação de conforto e uma aparente segurança no cotidiano das pessoas, porém ela não vem sozinha e como acontece com tudo o que é novo, os efeitos colaterais vão surgindo aos poucos à medida que a tecnologia vai se tornando mais disponível e mais utilizada pela população.

Quando falar fofinho vira um problema

Uma das coisas mais fofas do mundo é ouvir crianças falando. Elas criam palavras novas, erram verbos, trocam sílabas, substituem letras e não há adulto que resista sem achar alguma graça. Essa fase bonitinha começa com o aprendizado da fala e se estende ao longo dos primeiros anos de vida da criança, respeitando seu próprio ritmo. Mas como identificar quando uma fala errada bonitinha se torna um problema? Quando procurar ajuda e o que fazer para corrigir?

Coronavírus, e agora?

É um vírus novo, apareceu pela primeira vez na China no final de 2019. Por isso: COVID-19! O vírus tem um período de incubação de até 14 dias, mas na maioria se manifesta entre 3 a 5 dias e em aproximadamente 80% das pessoas a infecção não é grave. E em até 5% a doença é MUITO grave, com insuficiência respiratória. Indivíduos de todas as idades podem adquirir a doença. Não há predileção por sexo. O risco é maior em pacientes com idade avançada ou comorbidades (diabetes, doenças cardíacas, doenças pulmonares, hipertensão e câncer), pois nesses a gravidade e a letalidade são maiores.