A linguagem da fresta na MPB - Antonio Carlos “Bolinha” Pereira

*linguagem da fresta, da qual os compositores se valiam para driblar as proibições. Falando pelas “frestas”, isto é, por metáforas, eles driblavam os que tentaram silenciá-los.

A memória de quem viveu a história - Antonio Carlos “Bolinha” Pereira

O resgate de fatos recentes de Santa Catarina é feito num livro maravilhoso que recebi: "Acaert 40 anos - a memória de quem viveu a história", escrito por Carlos Stegemann e publicado nos 40 anos de existência da Acaert, Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão.

Um Café Para Dois - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Eu hoje acordei pensando em um sonho que tive à noite. Cara, foi demais: enquanto o pessoal passava o som antes da apresentação que o Paul McCartney ia fazer na nossa rua, ele veio aqui em casa tomar um café. Ele ia cantar aqui na rua mesmo, pois foi demolido o Estádio onde, em 1967, o Roberto Carlos cantou no escuro.

A máquina de fazer doido - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Nos dias atuais, difícil imaginar nossa vida sem tevê. Estudos sociológicos, teses de mestrado e mil teorias buscam explicar aquilo que todos sabemos: o povo gosta de lazer, informação, cultura e tudo isso está ali, ao alcance do controle remoto. Conectada à internet, ela oferece possibilidades que ainda nem imaginamos.

A CENTÉSIMA - Bolinha Antonio Carlos Pereira

O ano é 2003. A cidade é Videira, no Meio-Oeste Catarinense. Reunião em família com muita discussão, dúvidas, deliberações, e enfim a decisão: fazer Comunicação com maiúscula, oferecendo qualidade nos serviços prestados e materiais elaborados.


Um livro especial - Bolinha Antonio Carlos Pereira

“Médico de Homens e de Almas”; sua autora, a escritora britânica Taylor Caldwell, pesquisou por longos anos a vida e as obras do padroeiro de médicos e pintores, São Lucas, que ela descreve de maneira romanceada e emocionante, plena de detalhes históricos. Sua narrativa inicia com um prólogo: “Este livro levou quarenta e seis anos a ser composto. Sua primeira versão, escrevi-a aos doze anos; a segunda, aos vinte e dois; a terceira, aos vinte e seis. A última começou há seis anos...”

Vamos todos cantar de coração - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Essa tal paixão não tem jeito, não tem explicação, melhor nem resistir. E ela se apresenta de variadas maneiras. Pode ser a paixão carna ou a desesperada, que leva o indivíduo a cometer loucuras. Pode ser a platônica, expressão criada para definir o amor essencialmente puro, que se fundamenta na virtude e é desprovido de paixões cegas, materiais, efêmeras.

Beatlemania - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Na década de 1960, quando os Beatles surgiram, eu estudava no Ginásio Marista Frei Rogério, a Escola que me preparou para a Vida. O professor de inglês era o Irmão Léo e para fixarmos o aprendizado, ele usava letras de canções, como a música folclórica escocesa “My Bonnie”. Em ritmo de valsinha aprendemos a cantar sua letra, bem simples e repetitiva: “My Bonnie lies over theocean, My Bonnie lies over thesea. My Bonnie lies over theocean, oh bringback My Bonnie to me”.

Os disquinhos de João de Barro - Bolinha Antonio Carlos Pereira

João de Barro, o Braguinha, emocionou a minha geração ao nos presentear com a Coleção Disquinho, lançada em 1960 e continua alegrando as crianças. Disquinhos de vinil super coloridos, com estorinhas baseadas em contos de fadas, fábulas, cultura popular, cantigas de roda , festas típicas e muita música. A meninada se deixava seduzir, especialmente com o tom colorido dos tais disquinhos: verde, amarelo, roxo, azul, vermelho, rosa... inesquecível! As músicas eram compostas ou adaptadas por ele, e os personagens interpretados nas vozes melodiosas de atores e atrizes da era do rádio e do Teatro Disquinho.

A invasão Britânica - Bolinha Antonio Carlos Pereira

Não havia como ignorar Freddie Mercury na agitada Londres nos anos 60. Vestindo seu terno de veludo vermelho com guarnições de pelo de raposa, ou um bodysuit preto colado a pele, camisas brancas e as vezes um macacão de malha com imenso decote frontal, com echarpes e botinhas de couro.