A CENTÉSIMA

O ano é 2003. A cidade é Videira, no Meio-Oeste Catarinense. Reunião em família com muita discussão, dúvidas, deliberações, e enfim a decisão: fazer Comunicação com maiúscula, oferecendo qualidade nos serviços prestados e materiais elaborados.

Um livro especial

“Médico de Homens e de Almas”; sua autora, a escritora britânica Taylor Caldwell, pesquisou por longos anos a vida e as obras do padroeiro de médicos e pintores, São Lucas, que ela descreve de maneira romanceada e emocionante, plena de detalhes históricos. Sua narrativa inicia com um prólogo: “Este livro levou quarenta e seis anos a ser composto. Sua primeira versão, escrevi-a aos doze anos; a segunda, aos vinte e dois; a terceira, aos vinte e seis. A última começou há seis anos...”

Vamos todos cantar de coração

Essa tal paixão não tem jeito, não tem explicação, melhor nem resistir. E ela se apresenta de variadas maneiras. Pode ser a paixão carna ou a desesperada, que leva o indivíduo a cometer loucuras. Pode ser a platônica, expressão criada para definir o amor essencialmente puro, que se fundamenta na virtude e é desprovido de paixões cegas, materiais, efêmeras.

Beatlemania

Na década de 1960, quando os Beatles surgiram, eu estudava no Ginásio Marista Frei Rogério, a Escola que me preparou para a Vida. O professor de inglês era o Irmão Léo e para fixarmos o aprendizado, ele usava letras de canções, como a música folclórica escocesa “My Bonnie”. Em ritmo de valsinha aprendemos a cantar sua letra, bem simples e repetitiva: “My Bonnie lies over theocean, My Bonnie lies over thesea. My Bonnie lies over theocean, oh bringback My Bonnie to me”.

Os disquinhos de João de Barro

João de Barro, o Braguinha, emocionou a minha geração ao nos presentear com a Coleção Disquinho, lançada em 1960 e continua alegrando as crianças. Disquinhos de vinil super coloridos, com estorinhas baseadas em contos de fadas, fábulas, cultura popular, cantigas de roda , festas típicas e muita música. A meninada se deixava seduzir, especialmente com o tom colorido dos tais disquinhos: verde, amarelo, roxo, azul, vermelho, rosa... inesquecível! As músicas eram compostas ou adaptadas por ele, e os personagens interpretados nas vozes melodiosas de atores e atrizes da era do rádio e do Teatro Disquinho.


A invasão Britânica

Não havia como ignorar Freddie Mercury na agitada Londres nos anos 60. Vestindo seu terno de veludo vermelho com guarnições de pelo de raposa, ou um bodysuit preto colado a pele, camisas brancas e as vezes um macacão de malha com imenso decote frontal, com echarpes e botinhas de couro.

Os Beatles brasileiros

Por meio século apresentei “Os Discos do Bolinha” em diversas emissoras de rádio e sempre incentivei rapazes e moças a ocuparem o microfone, pois essa atividade ajudou-me a disfarçar a timidez na juventude. Conto isso para, quem sabe, inspirar outras pessoas a buscarem seus objetivos, pois, lembro do que me falou o Maestro João Carlos Martins, no Theatro Municipal São Paulo: “descubra o que o motiva, se expresse e encontre sua essência”.

Rock And Roll, O Filho Bastardo – Parte 2, B.ROCK

O rock’n’roll chegou ao Brasil em outubro de 1955 na voz da cantora de samba-canção, Nora Ney, que gravou em inglês “Rock Around the Clock”, de Bill Haley & His Comets (trilha do filme Sementes da Violência), para a versão brasileira do filme. Em uma semana estava no topo das paradas.

Rock and Roll, o filho bastardo (Parte I)

A música Country e o Blues tiveram um filho. Seu nome, Rock’n’Roll. Mas o pai talvez tenha sido o Gospel, o Folk, o Swing. Com uma estrutura musical simples, porém rápida, associada a um ritmo dançante e melodias grudentas feito chicletes, utilizando guitarras elétricas, baixo e bateria, além de um vocal caprichado e eventualmente sopros e teclados, ele tem sobrevivido ao tempo e gerado inúmeros filhos.

O choro dos chorões

“Meu coração, não sei porque, bate feliz quando te vê...” Todos sabemos cantar essa letra, escrita em 1937 por João de Barro, o Braguinha porém muitos desconhecem que esse chorinho foi composto em 1917 pelo Pixinguinha, um dos maiores representantes do “choro” brasileiro. Foi essa a melodia que nos atraiu ao Clube do Choro em Brasília.