Estratégia para guiar uma vida

Uma jogada. Lógica. Estratégia. Este é o xadrez. Um movimento que orienta todo curso de uma vida. Este é o xadrez da vida real. Não se trata apenas de um tabuleiro e de peças que possuem formas determinadas de agir. Se trata da forma de ver e viver. São as escolhas que determinam para onde vamos, quando agimos e quando olhamos no fundo dos olhos da vitória ou da derrota. Foi o xadrez que mudou a vida de Juliano Zonta. É o xadrez que orienta as ações do Professor Pena.

Passos para a felicidade

O rádio sintonizado em uma energia local, tocando uma música do momento nos fez sentir em casa. O cheiro do couro nos invadiu e permitiu que fizéssemos uma viagem no tempo. Faça chuva ou faça sol, ele estava lá. Chega as sete e meia e sai as dezoito horas. Realiza um trabalho de artista. Seus olhos contam histórias. Bem humorado no auge de seus 86 anos, o Sr. Luiz Bocca nos deu uma aula sobre seriedade, trabalho, boa índole e amor. Sua trajetória como sapateiro começou antes de pisar em terras videirenses, mas aqui o seu trabalho se consolidou. Sapateiro a 62 anos, confidenciou-nos sobre sua vida e sua jornada. E que jornada!

A paixão de uma vida

Uma bola nos pés e um coração no alto. Na garganta, o grito da vitória. No estômago, as borboletas do cotidiano. No corpo todo, em cada fibra, a dedicação para dar o melhor de si em qualquer desafio. Este é Márcio Brancher, natural de Videira, um atleta profissional que encontrou no futsal a sua paixão e cruzou o Atlântico para elevar sua carreira ao máximo.

Ao som das batidas do coração

No palco as cortinas se abrem. A luz ilumina quatro silhuetas. Abre-se um coro de vozes harmoniosas e perfeitamente ensaiadas e entre graves e agudos muito bem colocados em cada nota cantada precisamente, eles encantam a platéia. Os aplausos que motivam os artistas aqui também promovem a união de uma família. Existem paixões que são herdadas e no caso dessa família, a música corre forte nas veias. A música fez da Família Paganini não só uma família, mas um negócio.

Uma vida de cuidado

Ela não viu, mas ainda lembra. A memória brincou com seus pensamentos até que recuperasse aquela que seria uma marca em sua trajetória: quando recém-nascida, sua mãe a entregou a Deus. E da devoção se desenhou a história de quem doou sua vida aos demais e viu nas crianças a construção do futuro. Para a Irmã Ilva cuidar dos outros é dar-lhes a oportunidade de construir sua própria história com autonomia e solidariedade.